(não sei se o meu computador me está a tentar dizer alguma coisa, não sei... mas estas pequenas coisas irritam-me)

E porque eu também tenho esta mania de precisar de deitar cá para fora estas crises existenciais que são daquele tipo que um dia vais na rua, faltam 7 minutos para o 54 e de repente dá-te assim uma chapada que é como quem diz: 'mas... que caralho! Porque é que eu perdi tanto tempo a stressar com isto?!:



source: i love we love



A minha irmã é amor!
E porque foi ao concerto de Millencolin e me ligou duas vezes, agora estou aqui no meu quarto em Oslo a ouvir Millencolin aos berros!


Oh God, já me tinha esquecido da crush gigantesca que tinha pelo Nikola Sarcevic... God!



Porque é que eu amei Breakfast at Tiffany's?



Não sei se foi a cena inicial - capaz de impedir o fim do mundo - ou se foi a 'Moon River' a embalar-me docemente ao longo do filme, se o guarda-roupa de quebrar corações da Audrey Hepburn (e do George Peppard também, já agora), se a personalidade (oh, so bitterly familiar) da Holly, cujo verdadeiro nome até era Lula, ou se o cliché eternamente enternecedor do anel dentro da embalagem de batatas fritas...

Mas acho que o que me fez mesmo apaixonar pelo Breakfast at Tiffanys, foi o facto de este filme ser o retrato perfeito das minhas pessoas favoritas.

Se o sofá que fora algures uma banheira me fez lembrar de ti, quase não queria acreditar quando ela aparece a beber leite por uma taça de champanhe; para nem sequer falar nos Rayban inseparáveis, mesmo quando combinados com o vestido e o chapéu mais glamour...

Depois há aquela cena na festa, em que ela pega fogo ao chapéu de alguém, e a seguir o apaga da mesma maneira - exactamente da mesma maneira - que
tu entornaste uma cerveja em cima de ti própria naquele jantar no Bairro Alto...

(sigh)

-Poor old cat! Poor slob. Poor slob without a name! Well, I don't have the right to give him one. We don't belong to each other, we just hooked up by the river one day... I don't even wanna own anything until I can find a place where me and things go together. I'm not sure where that is but... I know what it's like! It's like Tiffany's!
-Tiffany's? You mean the jewelry store?
-That's right... I'm craaaazy about Tiffany's!
Listen, do you know those days when you get the mean reds?
- 'Mean reds'... you mean like the blues?
- No... the blues it's because you're getting fat your it's been raining too much - you're sad, that's all! The mean reds are horrible... suddenly you're afraid and you don't know what you're afraid of! Do you ever get that feeling?
- Sure.
- Well, when I get it the only thing that does me any good is to jump into a cab and go to Tiffany's! Calms me down right away... the quietness and the proud look of it, nothing really bad could ever happen to you there.


If I could find a real life place that made me feel like Tiffany's then... then I'd buy some furniture and give the cat a name!

Oslo é fancy, or what?

Ir ao cinema não é uma experiência qualquer.
Depois de uma manhã atribulada com os caríssimos Francisco e Manuel Aires Mateus, um passeio por Bygdoy, um cineminha em Gimle, um copinho de vinho ou um café a acompanhar - e o saco de candy escondido dentro da mala.

...porque ir ao cinema em Oslo, não é uma experiência qualquer.