Que sera, sera...

*
Tu e essa sensação de tudo a passar à tua frente em câmara lenta. Coisas por fazer, coisas por acontecer, e não consegues deixar de pensar na sensação os teus pés descalços colados ao chão frio... houve um dia em que tudo era claro e certo, acho que ainda te lembras. Hoje... está sol, e sinceramente, queridos, não quero saber: "Que sera, sera..." como diz a música sem mensagem subliminar alguma, que me mandaste.

the sick in the head song



Não tenho mais nada a dizer, a música diz tudo, mas basicamente: I must be so sick in the head i need to be bled dry to quit, que nem tem piada.
It's double-sided cause I ruined it all but also saved myself, by never believing you, dear.
*

Timing



Não sei se se pode chamar bad timing, a esta qualidade que as pessoas parecem ter, em geral, de serem aquilo que tu precisavas que elas fossem, quando já não interessa...

18-04-2008

Repara: não há nada que me fascine mais que narizes estranhos - feios até -, dentes desalinhados, meias rotas, dias de chuva torrencial, uma mosca na sopa, um carro que fica sem gasolina numa subida a caminho da reunião importante; todas estas coisas me fascinam, consigo ver a beleza por trás do evidente - do inconveniente - e, sim, pela sua timidez e não evidência, é verdade, admiro-as ainda mais. Mas... repara: há limites para tudo!

16-04-2008



...porque é que és assim?


So why did I kiss him so hard late last friday night and keep on letting him change all my plans? I'm either so sick in the head I need to be bled dry to quit, or I just really used to love him. I sure hope that's it.

The Big Sensational Success


Eu estou em TODO o lado. Nunca se esqueçam.
(ahahahah... até ao infinito)

Resposta a ti. Ode a nós.

não esperar nada e esperar tudo ao mesmo tempo. mas tudo acontece quando menos se espera. para quê ficar a imaginar? se tudo acontece porque assim tem que ser...



obrigado Rita, pela inspiração e pelas emoções, sempre.
Com a Rita sabemos que podemos contar sempre com posts cheios de emoção e delicadeza; e, às vezes, surgem uns que nos tiram do sério com a sua verdade irritante, que teimam em se relacionar exactamente com aquilo que se está a passar connosco neste preciso momento.
E apetece-nos responder, em tom de solidariedade e desabafo, assim:


*

Passamos a fase de ler os livros A3, 60% desenhos coloridos, letra 15 e espaçamento 1,5...
Passamos a fase das festas pijama, a noite inteira a comer chocolates e gomas e batatas fritas e gelado e coca-cola, a ver "Antes do Amanhecer", e a falar dos rapazes da escola...
Passamos a fase de pôr os phones, olhar pela janela do carro, e fazermos uma viagem inteira a sonhar com o olhar dele e as coisas que ele vai dizer, a festa onde vamos dar o primeiro beijo e como deve ser bom ter um namorado...
Passamos a fase de achar que nunca vai acabar, que não conseguimos respirar sem ele...
Passamos a fase de amuar porque ele não te deu um beijo como costumava dar, e foi embora demasiado cedo...
Passamos a fase de sofrer como se a nossa vida tivesse deixado de fazer sentido quando as coisas acabaram, pela primeira vez...
De repente,acordamos, e... já não ficamos nervosas quando o rapaz que achamos mesmo giro vem ter connosco a meio da festa.
De repente, já não é a primeira coisa em que pensamos quando acordamos.
De repente, quando ouves aquela música, sabes perfeitamente que "I love you" não quer exactamente dizer "I love you" e consegues ver tão para lá daquelas promessas esperançadas, que até mete dó.
De repente, sabes a diferença entre "I love you" e "I love you, but I'm not in love with you".
De repente, é indiferente se é este ou aquele...
De repente, é indiferente se é algum.
De repente, as únicas pessoas que sabem alguma coisa do que estão a dizer nas músicas que escrevem são... a Fiona Apple!
De repente, as relações são mais associações práticas e de necessidade mútua do que qualquer outra coisa.
De repente, mesmo que os olhos dele brilhem, e um dia ele te tenha dado um embrulho gigante com aquela estrela pequenina que tu tinhas visto na noite anterior no meio, tu olhas para a cara de felicidade dele e pensas "ya... que giro..." por trás do teu maior sorriso cheio de felicidade sentida.
De repente, não é que te tenhas tornado numa amargurada, descrente, pessimista... é só que consegues ver tão claramente onde é que as coisas vão acabar que... deixou um bocado de fazer sentido.

amigos e fados


Hoje eu fui aos fados com uma das pessoas que é uma das recentes agradáveis novidades que têm vindo a aparecer na minha vida. Fomos com mais duas pessoas, e depois encontramo-nos com mais outra, e de repente todas estas pessoas podiam passar a ser partes importantes da minha vida, do meu dia-a-dia e das coisas que eu faço. Até a senhora que cantava o fado podia ser minha amiga, era perfeitamente possível: eu ia lá a casa de vez em quando, ela tinha feito chá, sentavamo-nos no sofá de um veludo escuro e falavamos de coisas da vida: eu falava de como era ser uma jovem, com a vida cheia de incertezas e, por isso mesmo, cheia de maravilhosas possibilidades a explorar e expectativas e planos... e como isso é assustador; ela respondia-me com o tom de quem já viveu muitos anos, com uma sabedoria vivida, com uma segurança na voz que me acalmava e me fazia perceber como é que se resolviam os meus problemas, mesmo que ela não falasse directamente deles, fazia-me perceber...
© foto: Linus Ricard

caderno 1

Caderno A5, Bic em papel.




Eu sou uma pessoa de obsessões. Às vezes encanto-me com uma coisa e não consigo parar de a fazer, deixo até de fazer outras mais importantes: torno-me completamento irracional, tudo o que me interessa é a minha obsessão. Sou assim com muitas coisas... quando umas acabam, outras começam... começou esta.



Parabéns Inês!





A Inês vai a Paris para a inauguração da exposição onde vai estar o cartaz dela (acima).
A Inês está a ficar crescida.
A Inês está a ficar bué famosa.
A Inês foi seleccionada entre mais de 1300 e ficou entre os cerca de 200 seleccionados.
A Inês é fixe.
Eu gosto da Inês.
Tu não?
ah ah!
Estou taaaaaaão orgulhosa!

"Nestle Fitness" ou "Self-Portrait"

"Nestlé Fitness" ou "Self-Portrait", 2008, caneta e corrector on cardbox.







P.S.: carreguem na imagem para terem noção total da expressividade e beleza do desenho.
P.S.2: ahahahahahahahahahahahahahahahaha!!




CinemArchitecture: seminário internacional

Decorreu nos dias 7 e 8 de Abril na Faculdade de Arquitectura o seminário internacional CinemArchitecture, que precede o workshop com o mesmo tema a deocrrer nas próximas duas semanas [kiko: go for it!].


A possibilidade da arquitectura usar o cinema como mais uma forma de representação: o cinema/vídeo podem servir a arquitectura, como serviram até hoje o desenho e as maquetas, depois o desenho e as maquetas assistidas por computador, até às animações digitais. Podemos admitir que seria quase a evolução lógica a seguir, usar o filme como mais um suporte de representação. François Penz, professor da Universidade de Cambridge, passou a exemplificar, com a apresentação dum projecto de arquitectura a partir de animações digitais, como estes suportes são cada vez mais úteis (ou devem ser) para se comunicar uma imagem cada vez mais exacta e realista do projecto. Contudo, como o mesmo referiu, estes meios têm algumas falhas: enquanto a imagem do edifício é bastante satisfatória, a noção real do percurso, da percepção que o utilizador teria a percorrer o mesmo vector, ainda carece aperfeiçoamento (relembrar experiências de Desenho Assistido por Computador no 2º ano, e a câmara a atravessar paredes, pilares, o movimento que soava a falso da imagem).




(não foi este o vídeo apresentado na conferência. retirado do youtube)


Usar o cinema para representar a arquitectura, é aliar representação com interpretação. A imagem filmada é, sem dúvida, o formato mais realista que temos nos dias de hoje para reproduzir um objecto – esperamos ansiosos pelo momento em que os nossos filhos cheguem a casa a dizer “Mãe, hoje fui a uma conferência lá na faculdade chamado Virtual-Reality-Architecture!”, mas até lá…
Esta representação realista, está impregnada de sentido interpretativo e/ou poético e/ou artístico. Dá-nos a noção mais verdadeira e sincera da arquitectura. Faz uma coisa que (oh, e agora os engenheiros que dizem: “a conclusão a que toda a gente chegou foi que cinema e arquitectura não têm nada a ver! Não foi?!” vão ter uma surpresa…) mais nenhuma forma de representação consegue fazer, nunca nesta dimensão e rigor: introduz o elemento humano na arquitectura (já para não falar do poético) duma maneira avassaladora. Permite-nos ter a noção de como o espaço vai ser ocupado e transformado, pelos seus utilizadores e como esta os vai transformar.
A arquitecta Adriana Salvat, de Barcelona, apresentou o seu trabalho de campo duma perspectiva antropológica da arquitectura e do vídeo. Os seus documentários exploram coisas arquitectónicas e urbanas, mas filmadas expondo as alterações que estas sofreram ao longo do tempo pelas pessoas que as vivem, e as alterações que estas provocaram nas mesmas. De notar a interessante experiência que a arquitecta apresentou, onde podemos ver duas imagens em simultâneo: de um lado, a imagem da câmara de um adolescente ao entrar no cybercafe do seu bairro e entrevistando as pessoas que lá estão; do outro, a imagem da câmara do antropólogo que o segue, qual sombra, sem se manifestar. Até os engenheiros do “ah não tem nada a ver” vão gostar desta parte: a arquitecta Adriana Salvat apresenta ainda uma experiência em que se dirigiu a uma zona rural para filmar como se constrói com taipa de pilão (termo que vos deve ser querido e por isso não necessita de explicação…), e conclui de forma entusiasmada como as pessoas de um meio rural se soltaram em frente à câmara, a presença desta incentivou até a interacção, permitindo assim um conhecimento extremamente completo de um sistema construtivo. (engenheiros: contentes?)






Paralelamente existe a noção poética que uma imagem cinematográfica pode produzir da arquitectura. (engenheiros, saltem os próximos 5 parágrafos!) Não só a riqueza da imagem, pelo uso da luz, do contraste e dos enquadramentos, mas também o som e o movimento levam a experiência arquitectónica a uma nova dimensão. Surge uma multiplicidade de possibilidades.

Os enquadramentos, que nos apresentam sempre secções da realidade, por um lado limitam a nossa atenção para um espaço que é ricamente representado, por outro, o que não aparece na imagem é apenas sugerido, deixando ao potencial criativo de cada espectador imaginar possíveis hipóteses para os restantes espaços. O uso da luz, do contraste - da fotografia - sugerem-nos uma forma de ver o espaço extremamente rica. Experimentamos um espaço através da perspectiva empírica de outra pessoa (o cineasta), permite-nos entrar dentro da experiência/impressão arquitectónica que outra pessoa teve de um edifício.


Metropolis, Fritz Lang, 1927.

A montagem é um dos aspectos em que surgem interessantes paralelismos (que talvez possamos chamar “técnicos” ou “construtivos”…) entre as duas formas de arte. (posso usar o termo «arte» para designar a arquitectura porque os engenheiros pararam de ler há 2 parágrafos atrás!) O arquitecto Manuel Graça Dias apresentou uma série de comparações que foram mais ou menos constantes ao longo das palestras. A mudança de planos (cinema) e os elementos de transição entre superfícies: os rodapés, os lambris, as sancas, os perfis… ou, o genérico enquanto elemento de transição interior/exterior: o genérico prepara a pessoa que vem dum elemento diferente para entrar agora num ambiente específico, que lhe é desconhecido, prepara-a para a mudança de ambiente e permite-lhe entrar, de forma suave… (agora substituir «genérico» por «espaço de transição»:é igual! Ah!...) Por outro lado, a forma como o cinema apresenta a acção é muitas vezes (do nosso ponto de vista de arquitecto que estamos sentados no escuro com o som nas alturas com imagenzinhas gigantes que mexem à nossa frente e um balde de pipocas no colo e uma Coca-Cola gelada na mão e - mesmo assim - damos por nós a lembrarmo-nos da arquitectura…) semelhante à nossa maneira de apresentar a arquitectura. A aproximação gradual aos espaços do mais geral para o particular: desde a perspectiva aérea da cidade, passando pela rua onde mora (está implantada a casa) o personagem, subindo até ao piso onde este mora, filmando o quarto, acabando na pinga de suor que lhe escorre pela testa… (quem é que apanhou a referência?)




The Rope, Alfred Hitchcock, 1948.


O movimento foi talvez o primeiro grande motivador do uso do cinema em função da arquitectura. Necessidade que se percebe pela importância de um elemento arquitectónico: o percurso. A arquitectura é feita de percursos, todos sabemos. Le Corbusier, foi o primeiro arquitecto a compreender as mais-valias do cinema para a arquitectura e como este é o melhor meio para explorar a “promenade architectural”. Do vídeo de Le Corbusier, por volta da década de 20, até ao filme Elephant de Gus Van Sant, vai quase um século. E exemplos de arquitectos que usem o cinema/vídeo para representarem os seus edifícios, não existem muitos… o que existem são exemplos notáveis de como o cinema pode transmitir um ambiente de uma forma que nem a experiência física no lugar consegue, experiências não só arquitectónicas mas emotivas, concentradas, poéticas, artísticas, ricas…

Os aspectos acima mencionados são evidentes e exacerbados neste excerto, onde a promenade architectural de Le Corbusier é transformada numa belíssima visão pessoal (neste caso até reforçada visto que temos o ponto de vista do realizador conjugado com o ponto de vista da personagem), dá-nos uma noção quase antropológica de como aquele espaço arquitectónico é vivido, e, ao mesmo tempo, um pequeno extra que é o uso genial da banda sonora, da luz, dos enquadramentos, do movimento da câmara, dos slow-motion… transformam este percurso numa experiência (também arquitectónica) realmente emotiva. E antes do excerto, fica a frase do arquitecto Luís Urbano, em tom de mote para reflexão: “eu nunca chorei ao entrar num edifício, mas já chorei a ver um filme.”




Elephant, Gus Van Sant, 2003.


Manuel Graça Dias terminou a sua palestra com a sugestão de 7 filmes (hurray!!), interessantes exemplos desta relação arquitectonicocinematográfica. Aqui ficam:


PLAYTIME, Jacques Tati
METROPOLIS, Fritz Lang
BLADE RUNNER, Ridley Scott
PULP FICTION, Quentin Tarantino
NORTH BY NORTHEAST, Alfred Hitchcock
2001 : A SPACE ODISSEY, Stanley Kubrik
WEEKEND, Jean-Luc Goddard



P.S.: E para quem argumenta que “é perfeitamente possível fazer arquitectura sem cinema”, lembrem-se que também é perfeitamente possível fazer casas sem arquitectura. :)

hoje só apetecia...

*
08-04-2008

*


E depois há dias que bates de frente e te apercebes que um lugar que andaste à procura não é o lugar, de todo, onde aquilo que procuravas se encontra. E de repente há um grande milheiral e uma estrada que o atravessa e uma paragem de autocarros deserta; e a estranha sensação de que, a qualquer momento, uma qualquer espécie de avioneta vai surgir pelos ares para te atormentar. Um dia eu vi coisas, e percebi coisas... um dia eu tive a capacidade de me sentar direita numa cadeira durante horas, sem nunca curvar as costas, estivesse a fazer fosse o que fosse. A mais complicada das tarefas era tão! fácil... acordar de manhã cheia de certezas!... agora existes tu (e uma vontade louca de ouvir Emily Haines).
Hoje eu sei tudo o que há para saber sobre a relação entre arquitectura e cinema. Podia discursar e fazer palestras para os mais eruditos entendidos na matéria. Levantava-me cheia de orgulho, enchia o peito e dissertava: dissertava como nunca ninguém dissertou sobre um tema acerca do qual, na verdade, não sabe nada em concrecto mas tem uma série de emoções a propor. Dissertava, como nunca ninguém dissertou..., contudo, quando a imagem no ecrã mexe, corro com o olhar a ver nada de culto, nada de interessante, nada - sequer - livre de constrangimento, corro para ver um telemóvel a mexer.

"Is that a heart she is holding?!" "Well, yes sir. It's most definetly a heart."


CinemArchitecture 1




Para quem estiver interessado... uma das coisas giras que se passaram hoje no seminário CinemArchitecture na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto.






Conical Intersection, Matta-Clark.





Completamente farta de arquitectura.
Um pouco de ar...






Pelo arquitecto Tomas Saraceno.

Paul Paper





Paul Paper lives in a small strange city of Vilnius, Lithuania where he daydreams, sleeps, walks, eats and sometimes takes pictures. Paul has seen plastic money twice in his life and is surely a bit more happy after that. He enjoys birds and parks, girls and boys. He makes small books, box of postcards and exhibitions, but no art, we are afraid. Sometimes in winters he can be found in bed reading books about old travelers. People, nature and creativity are three main things that inspires him.
Paul Paper is available for a commission work, but only if he likes it. So far he enjoyed working with musicians, book publishers, designers, curators, everyday-life-comedians or just easy-blushing people the most. From animals he finds cats and birds to be a very nice company.
oh não... o programa da Diana acabou.
*




Vou-me deitar agora, são 5:31, o que significa que vou dormir duas horas e meia, a acrescentar às outras duas horas e meia que dormi entre as 23:30 e 02:30... isto começa-se a tornar um hábito, que pelo seu carácter tão completamente involuntário, me começa a irritar profundamente. Vou tentar dormir... (notar o tom de descrença) está a dar um programa na RTP2 sobre a Princesa Diana; se isto não me der sono, amanhã vou ao médico.


Entretanto, parece que o verão está a chegar e eu ando com uma vontade louca de não fazer nada que não seja pintar as unhas dos pés, usar chinelos, ir para a praia, ficar sentada debaixo da sombra das árvores uma tarde inteira, e ir para Oslo. :) Hoje andei descalça em casa (leia-se "sem meias") e soube tanto a Verão.


A imagem deste post é do meu amigo do deviantart.com Paul Paper, dos tempos em que eu tinha deviantart.com - que já foi há algum tempo - voltar a encontrá-lo, a este nivel, no site http://www.itismyparty.org/ Paul Paper's shooting where the heart is, só o nome já diz muito, foi uma agradabilíssima surpresa.


Outra surpresa agradável, foi o mais recente blog do não tão recente amigo Maike. Bem vindo Maike ao mundo dos blogs! Fico em pulgas à espera. :)


[estas duas referências ao Paul e ao Maike são a promessa de um post decente, a comemorá-los; ando simplesmente sem pachorra nenhuma para pensar nisto, ("ando com uma vontade louca de não fazer nada que não seja pintar as unhas dos pés, usar chinelos, ir para...") a quantidade de rascunhos no arquivo das mensagens começa a ser irritante: fica a promessa!]
Wishlist part 2



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notar: as orelhas! tem que ter estas orelhas! (a adicionar à outra wishlist, não a substituir)